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HB20 e Onix 1.0 são os carros mais roubados em São Paulo

Carros mais roubados em São Paulo: 1. Hyundai HB20 Comfort 1.0 - 470 casos 2. Chevrolet Onix LT 1.0 - 381 casos 3. Fiat Uno Vivace 1.0 - 354 casos 4. VW Fox 1.0 GII - 339 casos 5. VW Gol 1.0 - 294 casos 6. VW Fox 1.0 - 248 casos 7. Ford Fiesta - 235 casos 8. Toyota Corolla XEi 2.0 - 232 casos 9. Chevrolet Classic LS - 195 casos 10. Honda Fit LX - 187 casos 11. Renault Sandero Expression 1.0 - 182 casos 12. Ford Ka SE 1.0 - 177 casos Bairros de São Paulo com mais roubos de veículos: 1. Sacomã - 398 casos 2. Jabaquara - 388 casos 3. Sapopemba - 370 casos 4. São Mateus - 329 casos 5. Itaquera - 271 casos 6. São Rafael - 270 casos 7. Itaim Paulista - 252 casos 8. Cidade Ademar - 244 casos 9. Pirituba - 237 casos 10. Jardim Colina - 229 casos As vias com mais roubos de veículos em São Paulo: 1. Avenida Sapopemba 2. Estrada do M'Boi Mirim 3. Avenida Carlos Caldeira Filho 4. Avenida Cupecê 5. Avenida Inajar de Souza 6. Avenida Jacu Pêssego/Nova Tra...
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O QUE É SINISTRO?

No mercado de seguros,  sinistro  refere-se a qualquer evento em que o bem segurado sofre um acidente ou prejuízo material. Representa a materialização do risco, causando perda financeira para a seguradora. No mercado automotivo um sinistro pode ser parcial ou integral. Parcial é quando o veículo sofre uma colisão ou dano que não atinge 75% do valor do carro, passando dessa porcentagem é caracterizada a perda total, sendo enquadrado no sinistro integral. Quando o veículo é furtado, a seguradora paga o valor total do carro, por isso o sinistro também é considerado integral. O processo de avaliação do sinistro inclui:  apuração de danos , onde se procura levantar causa, natureza e extensão das avarias, podendo ser feito mediante a vistoria, registros policiais e outros;  regularização , onde se analisa se o evento está coberto ou não e definir quem será o beneficiário e qual o valor da indenização; e  liquidação , onde se realiza o pagamento da indenização...

APÓLICE

Uma  apólice  é um documento emitido por uma  seguradora , que formaliza a aceitação do risco objeto do contrato de  seguro . Nela estão discriminadas uma série de condições, como o bem ou a pessoa segurado/a, as coberturas e garantias contratadas, o valor do prêmio, assim como o prazo do contrato, entre outras. A emissão da apólice não condiciona o início da cobertura do bem. O bem estará coberto assim que o risco tiver sido aceito pelo Corretor de Seguros, caso tenha poderes para o fazer, ou mais vulgarmente pela própria seguradora. Esta operação poderá resultar na emissão de um bilhete de seguro ou certificado de cobertura. A apólice será enviada posteriormente. Os elementos que fazem parte das apólices de seguros são: Condições Gerais, Particulares e Especiais, se as houver.

HISTÓRIA DO SEGURO - SURGIMENTO

O seguro nasceu da necessidade do homem em controlar o  risco . Existem indícios que já na  Babilônia , 23 séculos antes de cristo,  caravanas  de  cameleiros  que cruzavam o deserto mutualizavam entre si os prejuízos com morte de animais. Na  China  antiga e no  Império Romano  também havia seguros rudimentares, através de associações que visavam ressarcir membros que tivessem algum tipo de prejuízo. Os comerciantes chineses que se aventuravam a transportar as suas mercadorias instalando-as em débeis embarcações que desciam pelas correntezas dos grandes rios continentais e que, para evitar a ruína de alguns deles, distribuíam-nas de modo a que cada barco contivesse uma parte de cada comerciante, estavam aplicando o principio básico do seguro. Se uma embarcação naufragava, a perda correspondia a uma pequena parte dos bens de cada um. O mesmo se pode dizer dos comerciantes árabes, que para cruzar os desertos e lugares inóspitos distrib...

HISTÓRIA DO SEGURO NO BRASIL

INÍCIO DA ATIVIDADE SEGURADORA NO BRASIL   A atividade seguradora no Brasil teve início com a abertura dos portos ao comércio internacional, em 1808. A primeira sociedade de seguros a funcionar no país foi a "Companhia de Seguros BOA-FÉ", em 24 de fevereiro daquele ano, que tinha por objetivo operar no seguro marítimo. Neste período, a atividade seguradora era regulada pelas leis portuguesas. Somente em 1850, com a promulgação do "Código Comercial Brasileiro" (Lei n° 556, de 25 de junho de 1850) é que o seguro marítimo foi pela primeira vez estudado e regulado em todos os seus aspectos. O advento do "Código Comercial Brasileiro" foi de fundamental importância para o desenvolvimento do seguro no Brasil, incentivando o aparecimento de inúmeras seguradoras, que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação, mas, também, com o seguro terrestre. Até mesmo a exploração do seguro de vida, proibido expressamente pelo C...